D. António Carrilho pediu «gestos e amor», «atenção» aos mais pobres

Foto: Jornal da Madeira

Funchal, Madeira, 26 dez 2018 (Ecclesia) – O bispo do Funchal incentivou os fiéis a “reinventar e a recriar o presépio ao vivo”, onde todos se sintam bem, “como irmãos da mesma família”, na homilia da Missa de Natal a que presidiu na Sé madeirense.

“Iluminai este mundo de trevas com a luz dos vossos gestos e amor solidário, de atenção e de escuta aos mais pobres, para que os nossos irmãos e irmãs mais carenciados, sintam a ternura do Menino de Belém e de sua Mãe, através dos nossos gestos, de presença e de serviço fraterno”, pediu D. António Carrilho, na chamada ‘Missa do Galo’.

Na sua homilia, o bispo do Funchal assinalou que a celebração do Natal não pode ficar apenas nos aspetos exteriores, observando que no ambiente natalício “o amor e a alegria” circulam mais e “abrem os horizontes da esperança e da paz”, as famílias e os amigos “encontram-se para celebrar o nascimento de Deus Menino”.

“Nesta noite santa, lembremos, e rezemos, por todos os pobres, os doentes, os desempregados, os refugiados, os que são obrigados a viver o Natal longe da família e dos amigos”, acrescentou, numa intervenção divulgada pelo ‘Jornal da Madeira’.

Na Sé do Funchal, D. António Carrilho salientou que alertavam para a necessidade de “viver em constante vigilância” às necessidades do mundo e “capacitados para as boas obras”.

Aos presentes e a quem acompanhava a celebração pela transmissão do Posto Emissor do Funchal, o bispo destacou a importância de se “viver no tempo presente com temperança, justiça e piedade” desejou “boas festas” e que “o Menino Deus a todos abençoe na sua paz”.

CB/OC

Partilhar:
Share