Celebrações centraram-se nas dioceses de Aveiro, Braga, Coimbra, Funchal, Lisboa e Porto

Padre José Kentenich com o Papa Paulo VI

Lisboa, 17 set 2018 (Ecclesia) – O Movimento Apostólico de Schoenstatt (MAS) em Portugal renovou o seu compromisso de “fidelidade e amor à Igreja”, nas celebrações dos 50 anos da morte do seu fundador, o padre José Kentenich, assinalada em assinalada em várias dioceses.

Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, o MAS destaca que o “compromisso de fidelidade e amor à Igreja” é um dos “testemunhos centrais” da vida do fundador cujo cinquentenário da morte foi assinalado em várias dioceses com a celebração da eucaristia, este sábado.

“Muitas centenas de membros do movimento em Portugal”, em cada celebração, renovaram a promessa do fundador do MAS ao Papa Paulo VI em 1965, no espírito do Concílio Vaticano II.

‘Amou a Igreja (Dilexit Ecclesiam)” são as palavras gravadas no túmulo do padre José Kentenich, a seu pedido, e inspiraram as celebrações no dia 15 de setembro.

Na Eucaristia no Mosteiro dos Jerónimos, D. Joaquim Mendes, bispo auxiliar de Lisboa e presidente da Comissão Episcopal Laicado e Família, destacou diversos desafios, como “da crise do compromisso comunitário, da conversão pastoral e missionária, da inculturação da fé, de uma Igreja ‘em saída’, da purificação e ‘transformação eclesial e social’, para o qual, o Papa, na recente carta ao Povo de Deus, pediu o envolvimento de todos os batizados”.

Para além de Lisboa, os 50 anos da morte do padre José Kentenich foram assinalados em Aveiro, com uma peregrinação ao santuário do Movimento na Gafanha da Nazaré e uma Missa na Sé presidida pelo bispo diocesano, e ainda nas dioceses de Braga e Coimbra, Porto e Funchal.

O movimento está em Portugal “desde os anos 60” e tem santuários em quatro dioceses – Aveiro, Braga, Lisboa e Porto -, isto é, capelas que são réplicas da que existe em Schoenstatt, na Alemanha, “onde foi feita a primeira Aliança de Amor com Nossa Senhora”.

No comunicado, contextualizam que a “Aliança de Amor com Nossa Senhora, que educa e leva até Cristo, santidade da vida diária para unir fé e vida, e compromisso como instrumento nas mãos de Deus”, são três marcas da sua espiritualidade.

O Movimento Apostólico de Schoenstatt que hoje está nos cinco continentes, “sempre em comunhão total com a Igreja de Roma”, nasceu na Alemanha, no princípio do século XX, fundado pelo padre José Kentenich (1885-1968) que viveu “na própria história” dramas atuais, como “uma infância sem pai, crises existenciais, duas guerras mundiais, prisioneiro num campo de concentração”.

Na Arquidiocese de Évora, o MAS vai assinalar o cinquentenário da morte do fundador numa celebração no próximo dia 30 de setembro, no Santuário de Vila Viçosa.

CB/PR

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