Lisboa, 17 nov 2021 (Ecclesia) – A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) vai iluminar de vermelho “alguns monumentos mais significativos” para alertar a opinião pública para a “perseguição contra os cristãos” e a importância da liberdade religiosa, entre hoje e 24 de novembro.

“Todos os anos, em sintonia com os outros secretariados da instituição em todo o mundo, a Fundação AIS faz iluminar de vermelho alguns monumentos mais significativos como forma de procurar chamar a atenção da opinião pública para o drama da perseguição contra os cristãos e a necessidade de se garantir a liberdade religiosa”, contextualiza o secretariado português da AIS.

Numa nota enviada à Agência ECCLESIA, a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre informa que em Portugal vai ser iluminado o monumento ao Cristo Rei, em Almada, a Basílica dos Congregados e o Santuário de São Bento de Porta Aberta, em Braga.

A fundação pontifícia destaca que também já se associaram a esta ‘semana vermelha’ – #RedWeek – várias paróquias, como a Ramada, em Odivelas, no Patriarcado de Lisboa, e as paróquias de São Lázaro, Senhora-a-Branca, na Arquidiocese de Braga.

“Os cristãos são o grupo religioso que mais sofre por causa da perseguição religiosa e o mundo não presta atenção. Não fique indiferente à perseguição religiosa”, pede a AIS, incentivando à participação na ‘#RedWeek’, até ao próximo dia 24.

A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre vai também lembrar o “drama crescente” de milhões de refugiados e deslocados no mundo na Campanha de Natal deste ano.

Esta iniciativa vai procurar, através da sensibilização da opinião pública, “mobilizar recursos para projetos que a instituição está a promover em várias regiões do globo junto das populações mais atingidas por este flagelo”, realça uma nota enviada à Agência ECCLESIA.

Dada a dimensão dramática desta realidade, a Campanha de Natal da AIS em Portugal vai focar este ano a urgência da ajuda humanitária junto destas populações, nomeadamente na Síria, Nigéria, Líbano, Moçambique, República Democrática do Congo e Burkina Faso.

Segundo dados das Nações Unidas, haverá, atualmente, mais de 82,4 milhões de pessoas deslocadas à força devido a perseguições, conflitos, violência e violações dos direitos humanos.

Para a Fundação AIS, o apoio aos deslocados e refugiados é parte integrante da sua missão que começou precisamente há 75 anos junto dos que estavam perdidos entre as ruínas da II Guerra Mundial.

LFS/CB

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