D. Manuel Linda conta com «a generosidade das famílias cristãs» para acolherem «um ou mais jovens» nos «Dias na Diocese»

Foto Diocese do Porto/João Lopes Cardoso

Porto, 18 nov 2022 (Ecclesia) – O bispo do Porto destaca que a Jornada Mundial da Juventude em Lisboa, de 1 a 6 de agosto de 2023, “constituirá um acontecimento único e irrepetível”, e afirma que “é necessário” que todos se comprometam, começando pelas inscrições.

“Temos de apressar as inscrições. Nesta fase, custam menos do que nas proximidades do evento. E, por uma questão de logística (dormidas, refeições, transportes, etc.), a organização precisa de saber com quantos jovens vai contar”, escreve D. Manuel Linda, numa nota aos fiéis.

O bispo do Porto refere que “inerente à fé cristã está a partilha fraterna de bens”, por isso, convida “quem Deus mais beneficiou com bens económicos, e todos quantos possam”, a ajudar os jovens diocesanos a pagar a sua inscrição, pedindo também “ajuda para os estrangeiros”, de países pobres ou muito longínquos, “quase sempre a testemunharem a fé em contexto muito difícil ou até de perseguição”.

“Sem ele, não terão possibilidades financeiras para se deslocarem e, no regresso, levarem aquele fogo do Espírito que afirmará a presença da fé cristã entre os seus concidadãos”, acrescenta.

D. Manuel Linda assinala também que são precisos, “desde já, milhares de voluntários” para a “mega organização” da JMJ Lisboa 2023, e “solicita autorização” aos pais, enquanto “aos jovens generosidade”.

O responsável diocesano pede também às comunidades que libertem “os sacerdotes de trabalhos pastorais (batismos, casamentos, etc.), que podem ser antecipados ou atrasados uns dias”, nos dias 4 e 5 de agosto de 2023, são “indispensáveis para muitos trabalhos” na Jornada Mundial da Juventude, como confissões e outros momentos celebrativos e formativos.

A JMJ Lisboa 2023 vai ter lugar na capital portuguesa de 1 a 6 de agosto do próximo ano.

D. Manuel Linda assinala que na semana anterior, de 26 a 31 de julho, têm lugar os ‘Dias nas Dioceses’, com a “preparação próxima dos jovens para esse evento e com o acolhimento de largas dezenas ou centenas de milhares de outros jovens estrangeiros”.

Segundo o bispo do Porto, contam com “a generosidade das famílias cristãs para alojarem um ou mais jovens”, nesta semana que antecede a JMJ, e adianta que se pede “acolhimento simpático e afetuoso”, “pequeno-almoço e jantar, se possível com toda a família que os aloja”, um quarto ou, pelo menos, um espaço onde “possam estender um saco-cama”, bem como a participação na “Missa dominical da Paróquia em conjunto”, indicando que a responsabilidade por esta logística é o Comité Organizador Diocesano (COD Porto) que “difundirá informações”.

O responsável diocesano lembrou também a peregrinação dos dois símbolos da Jornada Mundial da Juventude – a Cruz e o ícone de Nossa Senhora ’Salus Populi Romani’ – pela diocese, durante o mês de outubro.

“Quero agradecer o empenho de todos! Foi memorável! Agora, para não perdermos o ritmo, temos de dedicar à JMJ uma atenção e esforços prioritários”, acrescenta D. Manuel Linda, na nota publicada no sítio online da Diocese do Porto.

A JMJ nasceu por iniciativa do Papa João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude, celebra-se anualmente nas Igrejas locais, nas dioceses, na solenidade litúrgica de Cristo-Rei, o último domingo do ano litúrgico, e tem uma edição internacional, a cada dois ou três anos, numa grande cidade, para o encontro de jovens de todo o mundo com o Papa.

CB/OC

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