«Jornada Segura» é assinado por Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Lisboa, 29 nov 2022 (Ecclesia) – A escritora Ana Maria Magalhães inspirou-se na ideia de “meio milhão de mochilas” para mostrar o impacto da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no seu novo livro e “tentar agarrar, imediatamente, o leitor”.

“Esta jornada vai ser uma coisa extraordinária com a presença do Papa Francisco e de muitos peregrinos portugueses e estrangeiros, que podem conviver”, sublinhou à Agência ECCLESIA a autora, que escreveu, juntamente com Isabel Alçada, o livro ‘Jornada Segura’.

A dimensão que a JMJ tem “é absolutamente esmagadora”, acrescentou a co-autora da obra que tem como pano de fundo o encontro internacional de Lisboa, que vai decorrer em agosto do próximo ano.

“Tínhamos que escrever uma história que fizesse os leitores perceber o que é preciso para preparar uma coisa desta dimensão, e o ‘meio milhão de mochilas’ apareceu porque sente que os peregrinos vão receber mochilas sustentáveis e a realização e o impacto é enorme”, frisou, por sua vez, Isabel Alçada.

A autora sublinha que a organização duma JMJ é “muito complexa”, com pormenores organizativos “assustadores”, mas “entusiasmantes”.

A obra, da coleção ‘Seguros e Cidadania’ da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), já foi apresentada, numa sessão realizada na sede da APS, que contou com a presença das autoras e do presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023, D. Américo Aguiar, que conversaram sobre o novo livro com uma turma de alunos do 12.º ano do Colégio São João de Brito, na capital portuguesa, também eles envolvidos na JMJ Lisboa 2023.

As autoras pesquisaram como está a funcionar a preparação deste acontecimento mundial e Ana Maria Magalhães realça o facto de, “por um preço irrisório”, os jovens poderem passar “uma semana em Lisboa”, participando em cerimónias religiosas e “muitos eventos culturais”.

“Tenho três sobrinhos que assistiram à JMJ em Madrid, em 2011, e têm recordações fantásticas e com amigos em várias latitudes”, acrescenta.

A obra ‘Jornada Segura’ é o nono livro da coleção e que aborda a importância da antecipação dos riscos e do papel dos seguros no contexto da realização de eventos públicos de grande dimensão.

Numa narrativa simples e acessível, a obra aborda o elevado grau de planificação que um megaevento implica e os vários seguros que devem estar associados a este tipo de iniciativa”, salienta, em entrevista emitida hoje no Programa ECCLESIA (RTP2).

O livro tem “duas partes” e na trama, “o protagonista Valentim é um jovem voluntário envolvido na organização da JMJ 2023, uma função partilhada com a treinadora de ginásio, Vera”.

Durante o desenrolar do enredo, outras personagens entram em ação como Clotilde – que pensa estar apaixonada por Valentim – e dois estudantes de enfermagem, Rafael e Tomás.

“Um pequeno incidente durante a apresentação das bandas candidatas a atuar durante a Jornada, revela a necessidade de salvaguardar vários elementos num evento, nomeadamente a segurança do público, dos voluntários, dos funcionários contratados, e dos artistas”, faz parte do enredo da história.

‘Jornada Segura’ está disponível no site da APS, onde estão ainda uma brochura informativa e uma ficha de leitura para debate em sala de aula.

As autoras, com formação católica, defendem “os valores” e ao escreverem livros desta temática apostas “na formação” dos jovens.

PR/LFS/OC

 

 

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