Trabalhos abordaram recalendarização das atividades, após adiamento forçado pela pandemia

Foto: Avelino Lima/Diário do Minho

Braga, 14 jul 2020 (Ecclesia) – O Comité Organizador Local (COL) das Jornadas Mundiais da Juventude de 2023, que vão decorrer em Lisboa, reuniu-se esta segunda-feira em Braga, num dia de trabalho que tratou da recalendarização de atividades entretanto suspensas, por causa da pandemia.

O encontro foi presidido pelos dois coordenadores-gerais da JMJ 2023, D. Américo Aguiar (setor logístico-operativo) e D. Joaquim Mendes (área pastoral), bispos auxiliares de Lisboa, e congregou 38 representantes diocesanos.

A pandemia de Covid-19 forçou ao adiamento da Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2022 para 2023, decisão anunciada pelo Vaticano a 20 de abril.

“Esta reunião dá sequência aos trabalhos que estão a ser desenvolvidos no âmbito de cada uma das Dioceses”, disse D. Américo Aguiar ao ‘Diário do Minho’.

Segundo o responsável, as novas datas são relativas à “apresentação do hino, do logotipo e ao acolhimento dos símbolos das Jornadas em Roma”, a cruz e o ícone, que deveria ter acontecido no último Domingo de Ramos.

D. Américo Aguiar espera que no final do verão haja um hino e um logotipo preparados e que o acolhimento dos símbolos das Jornadas se realize por ocasião do Domingo de Cristo Rei (22 de novembro).

“Depois temos trabalhos diversos, no que diz respeito à área pastoral, seja dos subsídios de reflexão pastoral, seja na área da comunicação. Há muitos temas, nos quais vamos trabalhando, apesar de faltarem 3 anos e mais uns meses”, acrescentou.

A JMJ realiza-se, anualmente, a nível local (diocesano) no Domingo de Ramos (ou em data a definida por cada diocese), alternando com um encontro internacional a cada dois ou três anos, numa grande cidade.

As edições internacionais destas jornadas promovidas pela Igreja Católica são um acontecimento religioso e cultural que reúne centenas de milhares de jovens de todo o mundo, durante cerca de uma semana.

OC

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