P. José Frazão Correia sj

Neste momento há cuidados a ter e gestos a evitar. Tem que ser assim. Mas, estando litúrgica e pastoralmente conscientes das limitações, contradições e riscos, será mais fácil geri-los em tempos de mortificação e de suspensão.

As feridas não são de agora. Agora, com a pandemia, só ficaram mais expostas. Em alguns casos agravaram-se, operando mesmo processos de regressão teológica e prática. Refiro-me concretamente ao campo da liturgia e à forma eclesial.

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