Os elementos desta força de segurança são “os verdadeiros zeladores da fronteira” entre dois mundos, o marítimo e o terrestre.

Foto: Autoridade Marítima Nacional

Setúbal, 17 out 2022 (Ecclesia) – O Bispo das Forças Armadas e Forças de Segurança disse, este domingo, na Igreja da Boa Hora, Setúbal, que a Polícia Marítima é “escudo e baluarte do desenvolvimento ético, social e humano alcançado pela nossa civilização”.

Está no cerne da vocação da Polícia Marítima “servir e proteger antes os outros e não a vós próprios, servir o mar, bem como muitas das atividades que nele se desenvolvem, na estrita salvaguarda do cumprimento da lei”, afirmou D. Rui Valério na homilia da celebração do Dia da Polícia Marítima.

Na homilia da celebração, o Bispo das Forças Armadas e Forças de Segurança realçou ainda que os elementos da Polícia Marítima são “os verdadeiros zeladores da fronteira entre esses dois incomensuráveis mundos, o marítimo e o terrestre”, por isso “obrigado por zelarem e garantirem que, de cada um deles, só aquilo que é bom e construtivo passe e entre no outro”.

A história da Polícia Marítima está “unida e em estreita aliança” com a história recente de Portugal e dos portugueses e as “linhas de oiro das páginas dessa história são escritas por esta egrégia instituição que nunca abandonou as populações a quem, aliás, sempre garantiu segurança e com quem sempre manteve um vínculo de solidariedade, nomeadamente com a atividade dos pescadores e promoveu a preservação das nossas paradisíacas e atrativas praias”, sublinhou D. Rui Valério.

Os Comandos Regionais e as «Capitanias», onde a Polícia Marítima opera, “sempre foram e continuam a ser cidadelas presentes ao longo da costa do território nacional”. “São claramente pontos de referência para quem faz do mar a pátria do seu trabalho, o oásis do seu descanso, um refrigério de convívio e camaradagem, um anfiteatro de desportos náuticos”, acrescentou o prelado na celebração em Setúbal.

LFS

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