No dia 28 de junho vai ser celebrada uma Eucaristia, pelas 21h00, no exterior da catedral, evocando quem faleceu nos últimos meses

Foto: Bruno Rodrigues/ Diocese de Bragança-Miranda

Bragança, 26 mai 2020 (Ecclesia) – Os párocos da cidade de Bragança escreveram uma carta aberta aos fiéis no contexto do regresso das celebrações religiosas, com a participação das pessoas, que recomeçam este sábado, dia 30 de maio.

Numa nota enviada hoje à Agência ECCLESIA, a diocese transmontana informa que sacerdotes recordam a “necessidade de se respeitarem algumas regras”, nomeadamente o uso obrigatório de máscara, a higienização das mãos e o respeito da distância em relação às outras pessoas, segundo as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa e das autoridades sanitárias.

Segundo o Secretariado das Comunicações Sociais da Diocese de Bragança-Miranda, as “regras” de segurança e higienização estão “a ser afixadas em todas as igrejas com culto”, na cidade de Bragança.

“Os fiéis deverão seguir as indicações das equipas de acolhimento, que os orientarão na entrada e saída das celebrações, bem como na distribuição da comunhão”, acrescenta o textio.

Durante o mês de junho, na cidade de Bragança, as Missas vão continuar a ser celebradas nos mesmos lugares de culto e nos horários habituais, com algumas alterações: de segunda a sexta-feira, há mais uma Eucaristia, às 10h00, na igreja da Sé; a “habitual” Missa das 17h40 vai ser celebrada na catedral, que também recebe a Eucaristia vespertina de ao sábado, às 18h00.

Segundo a Diocese de Bragança-Miranda, também no mês de junho, aos domingos, vai ser introduzida uma celebração, às 09h00, na capela das Cantarias; a Missa das 11h30 na igreja de São Vicente vai ser transferida para a igreja de Santa Maria (Castelo).

No dia 28 de junho, vai ser celebrada uma Eucaristia evocando “todos por quem foram celebradas as exéquias entre 13 de março e o dia 31 de maio”, pelas 21h00, no exterior da catedral.

O bispo de Bragança-Miranda, D. José Cordeiro, escreveu a nota ‘Recomeçar juntos | Não podemos viver sem o Domingo na comunidade’, no início de maio, depois de anunciadas as orientações da Conferência Episcopal Portuguesa para este tempo de culto público em tempo de pandemia, onde publicou algumas medidas para a diocese.

CB/OC

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