Guarda, 29 jan 2021 (Ecclesia) – O Departamento da Catequese da Infância e da Adolescência da Diocese da Guarda desafiou os catequistas a “encontrar mecanismos de acompanhamento” destes catequizandos, para que “o percurso catequético não se perca”.

Na informação enviada hoje à Agência ECCLESIA, pela Diocese da Guarda, o coordenador do departamento da Catequese da Infância e da Adolescência explicou que o acompanhamento pode ser feito “quer pela migração para os meios virtuais, pelas plataformas já conhecidas, quer por algum tipo de acompanhamento menos sistemático, mas sempre atento”.

O padre Valter Duarte, numa carta aos padres da diocese, recordou aos catequistas que “todos” os catecismos da infância “têm sempre uma proposta ‘Em Família’” que, para além de fazer uma síntese da catequese, “é uma forma simples de envolver os pais na caminhada dos filhos”.

Neste contexto, no âmbito da catequese dos adolescentes, adianta que “a metodologia do Sayes está muito implementada na diocese” e, segundo os relatos de muitos párocos e catequistas, “a transição para o digital” aconteceu-se e dá-se “com relativa facilidade”.

O responsável contextualiza que os catequistas, “que estoicamente mantinham os seus grupos em regime presencial”, são confrontados com a suspensão presencial da catequese, uma situação que desejavam “ser o último recurso”.

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) suspendeu as celebrações “públicas” da Missa, as sessões de “catequeses e outras atividades pastorais que impliquem contacto”, desde 23 de janeiro, “até novas orientações”, na sequência do agravamento da pandemia de Covid-19 no país.

CB/OC

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