Foto: Agência Ecclesia/LFS

A partir de hoje há um novo santo português nos altares. A canonização de Frei Bartolomeu dos Mártires foi autorizada em 2016 pelo papa Francisco, numa aprovação que dispensou o necessário milagre. A denominada canonização equipolente foi uma decisão do Papa Francisco depois de contactar com o processo que dava conta da santidade de um homem que viveu no século XVI.
Frei Bartolomeu dos Mártires, de seu nome Bartolomeu Fernandes, nasceu em Lisboa a 3 de maio de 1514, foi arcebispo de Braga numa ocasião em que a arquidiocese incluía os territórios das atuais dioceses de Braga, Bragança, Vila Real e Viana do Castelo, cidade onde faleceu a 16 de Julho de 1590 e onde está sepultado. O seu culto estendeu-se e antes da canonização oficial já o povo o considerava santo venerando as suas relíquias e invocando-o em horas de necessidade.
Assim nos dão conta os convidados desta manhã: o jornalista Luís Filipe Santos foi a terras de Braga e Viana do Castelo, percorridas há 500 anos pelo bispo Bartolomeu. D. Jorge Ortiga e D. Anacleto Oliveira falam-nos da fama de santidade e de um testemunho que deve inquietar cristãos e pastores na Igreja de hoje. O cónego José Paulo Abreu, historiador e profundo conhecedor dos passos do futuro santo, conta-nos um pouco da sua história.

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