Padre Carlos Cabecinhas indica que ações de «caráter reflexivo» como o simpósio que termina este domingo assinalam o retomar de atividades «com a garantia de segurança»

Fátima, 20 jun 2021 (Ecclesia) – O reitor do Santuário de Fátima disse à Agência ECCLESIA que as “atividades de caráter reflexivo” assinalam o recomeçar da ação pastoral, condicionada pela pandemia desde março de 2020.

“Apesar de todas as limitações, está na altura de recomeçarmos algumas das ações. O simpósio foi uma dessas iniciativas, o retomar dos Encontros na Basílica foi outra, temos previsto o curso de verão e temos um conjunto de atividades de caráter reflexivo que tínhamos deixado cair no passado ano e que este ano estamos já a recuperar”; afirmou padre Carlos Cabecinhas.

Para o reitor do Santuário de Fátima, o retomar de atividades presenciais, como o simpósio que hoje termina, acontece “com todos os cuidados e com a garantia de segurança para aqueles que participam”, procurando também que “possam chegar mais longe, utilizando os meios digitais”.

“É um esforço por dar um sinal que, mesmo neste contexto, com todos os condicionalismos, há passos que podemos dar com responsabilidade, queremos dá-los e estamos a dá-los”, afirmou.

Com o tema “Fátima, hoje: pensar a santidade”, decorreu desde a última sexta-feira, no Centro Paulo VI, um simpósio teológico-pastoral, refletindo sobre o santuário como “escola de santidade”.

“A mensagem de Fátima fala-nos de santidade e apresenta-nos caminhos de santidade em consonância como Evangelho”, afirmou o reitor do santuário, acrescentando que “Fátima é também escola de santidade pelos seus protagonistas”, nomeadamente os santos Francisco e Jacinta Marto que, “tornaram-se numa escola de santidade e modelos de santidade”.

O padre Carlos Cabecinhas considerou ainda que o “contacto com os peregrinos” é uma “escola de santidade, de vivência de fé” e disse que Fátima “esforça-se por criar condições para uma forte experiência de Deus” nos espaços e ambientes do santuário.

PR

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