Cónego António Henrique Pereira assinala que na, Casa de Coimbra’,também vão estar atentos às necessidades de «apoio à saúde mental»

Angra do Heroísmo, Açores, 18 set 2022 (Ecclesia) – A Diocese de Angra tem uma residência universitária na cidade de Coimbra, “com ocupação máxima” no início deste novo ano letivo, e quer “proporcionar as melhores condições e colaboração para o sucesso” dos alunos.

“O apoio nas várias vertentes aos estudantes deslocados é sempre importante, sobretudo quando vão para o primeiro ano e deixam pela primeira vez a sua área de residência. Reconhecemos que o apoio à saúde mental é também uma vertente importante nesse apoio”, disse o ecónomo diocesano à Agência ECCLESIA.

O cónego António Henrique Pereira explica que na ‘Casa de Coimbra’ não têm “neste momento qualquer tipo de apoio organizado nesta área” da saúde mental, mas estão “atentos” para “criação de parcerias com outras instituições nesta vertente, se tal for necessário”.

Perto de 50 mil novos estudantes – 49806 alunos – entraram na 1.ª fase do Concurso de Acesso ao Ensino Superior no ano letivo 2022/2023, depois de dois anos com diversas limitações e efeitos na vida das pessoas devido à pandemia de Covid-19.

Desejamos a todos os alunos e em particular aos que estão na nossa residência um bom ano académico. Manifestamos uma vez mais a nossa total disponibilidade em continuar a trabalhar para proporcionar aos nossos residentes as melhores condições e colaboração para o seu sucesso” – cónego António Henrique Pereira.

 

A ‘Casa de Coimbra’, a residência universitária da Diocese de Angra na ‘cidade dos estudantes’, pode receber até 14 pessoas, são dois andares, com entradas independentes, e sete quartos em cada andar, uma cozinha em cada piso, acesso aos serviços de internet e televisão, e limpeza das áreas comuns.

A ecónoma-adjunta da Diocese de Angra explica que a casa “encontra-se com ocupação máxima”, “as 14 vagas foram preenchidas”, a procura “foi superior à verificada no ano passado”, e receberam “muitos contactos” por correio eletrónico e telefone, diretamente para a diocese açoriana, e, também, para o colaborador residente em Coimbra, que faz “o acolhimento, está responsável pela Casa e pela resolução de quaisquer problemas que vão surgindo, bem como prestar auxilio aos alunos”.

“Cerca de metade dos alunos provêm dos Açores, os restantes do continente, e entraram em cursos como: medicina, direito, engenharia informática, comunicação organizacional, estudos artísticos, química, farmacêutica industrial, jornalismo, desporto, geografia”, acrescenta Carla Bretão, indicando que “sete alunos transitaram do ano anterior”.

A Diocese de Angra abriu a ‘Casa de Coimbra’ no ano letivo 2021/2022, após obras de reabilitação, com preocupações ambientais, com o objetivo de acolher estudantes “a preços razoáveis”.

“Este ano vamos manter o valor estipulado inicialmente, sendo que no final do ano faremos a análise necessária a fim de perceber se teremos de ajustar os preços para o ano seguinte”, explicou a ecónoma adjunta, Carla Bretão, à Agência ECCLESIA.

A casa também possibilita oportunidades pastorais como a espiritualidade do Carmelo de Santa Teresa, onde viveu a Irmã Lúcia, que fica perto da residência.

CB/OC

 

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