Eram duas da madrugada quando Khoshnav Alloush, a sua mãe e irmã, tiveram de sair de Alepo, rumo às montanhas para passar a fronteira com a Turquia. A guerra na Síria limitava-lhes o horizonte e tirava-lhes a segurança. Deixaram o pai para trás e viram-se num barco a caminho de Lesbos, na Grécia.
Hoje a família Alloush vive em Oeiras, porque encontrou na Unidade Pastoral de Apoio aos Refugiados, entre as paróquias de São Julião e de Nova Oeiras, no Patriarcado de Lisboa, pessoas que os ajudaram a refazer a sua vida e reencontrar um horizonte. Hoje, já com o seu pai.

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