Fernando Magalhães fala sobre o início deste período escolar, em contexto de pandemia

Lisboa. 13 jan 2022 (Ecclesia) – O presidente da Associação Portuguesa das Escolas Católicas (APEC) afirmou que a “aprendizagem presencial é que é” e o resto, mesmo em pandemia, é um recurso.

“Não podemos colocar a cabeça na areia e temos de nos adaptar a estas situações, mas o lado presencial é fundamental e é que é”, referiu Fernando Magalhães à Agência ECCLESIA.

Na semana de regresso às aulas presenciais, após uma pausa letiva alargada por causa da Covid-19, Fernando Magalhães frisou que a decisão de assumir o “não isolamento das turmas” .

Ultrapassado esse ponto e, uma vez que isso foi possível, já nos confere nesta alínea uma outra estabilidade”, afirmou o responsável.

Com a pandemia, o presidente da APEC sublinha que o tempo extra “deixou de ser uma questão desportiva e passou a ser uma coisa muito escolar, muito educativa também”.

A situação pandémica obrigou a uma “reinvenção” que “não é fácil nem desejável”, acrescentou Fernando Magalhães.

O processo de vacinação avança na comunidade discente, inicialmente, houve “alguma resistência” e “muita dúvida e inquietação”, mas assiste-se, claramente, a uma aceitação por parte dos pais porque acabam por ouvir os clínicos”, adiantou.

Com a situação pandémica, algumas escolas “alteraram o seu calendário escolar, mas outras mantiveram o seu calendário escolar”, disse o convidado desta quinta-feira no Programa ECCLESIA (RTP2).

“Estas situações trouxeram um enorme cansaço” e “uma enorme saturação”, finalizou o presidente da APEC.

HM/LFS/OC

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