Ultrapassar a insularidade é uma realidade mas não um problema: assim define o Assistente Espiritual do Secretariado da Pastoral Juvenil, o padre Carlos Almada. O responsável dá conta dos desafios que vive, enquanto jovem sacerdote, que cresce na sua vocação por causa do trabalho com os jovens. Formação de agentes pastorais, proximidade, presença, escuta, são linhas orientadoras do trabalho que a diocese do Funchal pretende desenvolver rumo a 2022, tendo Maria como companheira de caminho.

 

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