Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora da Vitória, da diocese do Porto, promove atividades destinadas a avós e netos

Porto, 25 jul 2018 (Ecclesia) – João Lima e Rita Fonseca são dois avós que participam nas iniciativas do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora da Vitória, da diocese do Porto, e sentem que estes momentos de avós e netos marcam o crescimento dos mais novos.

“Estivemos no ano passado na Figueira da Foz, com a neta mais nova junto do mar, numa espécie de ‘aquaparc’, um divertimento onde sentimos a proximidade entre avós e netos”, explica João Lima à Agência ECCLESIA.

Este avô reformado, de 65 anos, é voluntário no Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora da Vitória, ajuda a “preparar os lanches para as crianças” e sente que a instituição lhe dá grandes momentos.

“Aquele dia foi excelente, é muito importante que o centro social faça atividades diferentes para desfrutarmos de tempo com os netos, porque os pais têm horários desregulados e os avós têm de estar despertos para as crianças”, explica.

João Lima tem quatro netos: um casal de gémeos, de 16 anos, e duas meninas de 12 e 4 anos, em que só a mais nova é sua neta de sangue.

“A minha nora era mãe solteira, eu conheci os gémeos e a menina de 12 anos crescidos já, mas são meus netos na mesma, é uma casa cheia quando juntamos todos, uma festa!

Os avós são muito importantes na formação dos netos e eles sentem esse carinho”, acrescenta.

O avô João sente ainda que vai “crescendo na vida com os netos” uma vez que, com as novas tecnologias, aprende com os netos.

“Em tempo de férias a mais pequena vem para a nossa casa, só quer brincar comigo e com a avó, preenche-nos o dia, vamos à praia… mas quando se põe a mexer no ‘tablet’, aí já sou eu que aprendo com ela”, conclui.

O Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora da Vitória, da diocese do Porto, com valências sénior e jovem, tem proporcionado várias atividades intergeracionais e iniciativas diferentes que marcam o dia dos avós, assinalado a 26 de julho.

Numa destas iniciativas diferentes participou a avó Rita Fonseca, “grande amiga deste centro social” e vizinha da instituição.

“Há dois anos foi um dia bem diferente, conseguir tirar o dia, e até fui fazer Tai-Chi”, diz a rir esta avó de 56 anos.

Rita Fonseca tem duas netas e, com elas, participou naquela atividade do dia dos avós, que não lhe sai da memória, “um dia bem divertido”, como considera.

“Posso dizer que foi um dia diferente do que já passei, e as minha netas só diziam: ‘já viste a avó a fazer aquilo?’ E riam-se…”, conta à ECCLESIA.

As netas de 17 e 12 anos têm uma grande ligação com esta avó que está sempre ocupada a “fazer-lhes o comer”.

“Parece que a ligação com as minhas netas é tão grande que já não há com a filha, ter netas é mesmo uma relação diferente”, confessa.

A avó Rita Fonseca já tem mesmo passado por ‘mãe das netas’, o que para si, “é um grande orgulho”, enquanto sonha com um futuro risonho para elas.

“Sonho o melhor para elas, a mais velha vai candidatar-se à faculdade, para mim vai ser um orgulho grande, eu tão nova e ver uma neta a entrar para a faculdade, é um sonho”, remata.

O dia dedicado aos avós, 26 de julho, é o tema dos programas Ecclesia na Antena 1, da rádio pública, nesta semana, de segunda a sexta-feira, pelas 22h45, ficando depois disponível em www.ecclesia.pt.

SN

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