Marcelo Rebelo de Sousa evocou vítimas da pandemia, após três dias com duas centenas de iniciativas em todo o país

Lisboa, 25 out 2021 (Ecclesia) – O presidente da República Portuguesa assinalou este domingo o encerramento da jornada nacional “Memória e Esperança”, que homenageou todas as vítimas da pandemia de Covid-19.

Marcelo Rebelo de Sousa marcou presença nos jardins do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde plantou a “árvore da memória”, para perpetuar a memória de todos os atingidos por esta pandemia.

O chefe de Estado evocou as “vidas ceifadas” e “saúdes sacrificadas” por causa da Covid-19, bem como o seu impacto social e económico, antes de prestar homenagem aos “heróis da saúde”.

Antecedendo esta cerimónia, tinha sido plantada uma oliveira no Estádio Universitário, junto ao pavilhão de vacinação, para simbolizar a esperança.

A cerimónia teve a participação das Bandas da Carris e de Marvila, de um coro juvenil com alunos da Escola Artística do Instituto Gregoriano de Lisboa (EAIGL) e da Academia de Música de Santa Cecília (AMSC) que interpretaram a canção “Memória e Esperança”, e da Associação Columbófila do Distrito de Lisboa, responsável pela largada de pombos que decorreu após a plantação da árvore.

Nesta iniciativa estiveram presentes o presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues; o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas; o secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa; o presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN), Daniel Ferro; o reitor da Universidade de Lisboa, Luís Ferreira; e membros da Comissão Promotora da Jornada: Isabel do Carmo, Inês Espada Vieira, Jorge Wemans e António Marujo.

Foto: Presidência da República

A iniciativa foi promovida por uma centena de cidadãos de várias áreas, tendo contado com duas centenas de iniciativas em todo o país, entre sexta-feira e domingo.

Em nome da comissão promotora da Jornada, a professora universitária Inês Espada Vieira afirmou que a memória coletiva “está profundamente ligada à identidade de um grupo, à identidade da nação”.

“Olhar em conjunto para o passado recente é um momento cívico essencial”, destacou, numa intervenção citada pelo jornal online 7Margens.

OC

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