Missionário da Consolata destaca importância da presença desta congregação em Angola

Lisboa, 08 out 2021 (Ecclesia) – O padre Sylvester Ogutu, Missionário da Consolata, contou à Agência ECCLESIA que a sua missão em Angola foi um tempo “marcante” com a abertura de novas comunidades e a experiência de batizar mais de 600 crianças foi “grandiosa”.

“A abertura das Missões da Consolata em Angola, demos início à missão dos Missionários Consolata em Angola 2014 foi a concretização de um sonho e o acolhimento foi muito bem expressado pelo povo”, refere o religioso.

O Missionário da Consolata sentiu, desde o início, que o povo angolano é “muito acolhedor e recetivo” e já esperavam a presença da Comunidade Missionária.

Natural do Quénia, o padre Sylvester Ogutu começou por ler sobre Angola ainda antes de partir mas, quando lá chegou, “tinha de conhecer a realidade para trabalhar naquele ambiente”.

“Fui conhecendo Angola mas isso na teoria, agora na prática tínhamos de ir conhecendo a atividade do povo para iniciar o nosso trabalho missionário”, afirma.

Uma das coisas que marcou o sacerdote foi uma celebração onde o fé do povo se destaca na simplicidade.

“É um povo muito simples, mas não esqueço uma celebração em que tínhamos 603 crianças para batizar, isto nunca aconteceu na minha vida é uma experiência grandiosa”, sublinha.

O padre Sylvester Ogutu encontra-se numa nova fase, “sem saber o que esperar”, seguirá para Roma, nos próximos dias, para uma fase de estudo.

“Não me disseram o que esperar, nunca estive na Europa, nunca fui a Roma, então coloco-me nesse caminho e espero ser um caminho de estudo mas com a esperança de voltar a Angola, nem que seja para uma visita”, aponta.

As «Conversas na ECCLESIA» desta semana trazem experiências missionárias que pode acompanhar online, de segunda a sexta-feira, pelas 17h00.

SN

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