Hoje conversamos sobre os jovens que integram a chamada geração Z, aquela que nasceu, vive e cresce em ambiente digital. Não sabem como se fazia antes sem Internet, estranham, brincam porque o andar para trás e para a frente no televisor, ver notícias no telemóvel é tão normal como acordar todos os dias.
Diz Rita Figueiras que este é um desafio que deve ser assumido pelas gerações mais velhas para que um fosso geracional não cresça. As empresas digitais estão atentas a esta geração porque são elas que vão desafiando a criação de significado, de novos conteúdos e plataformas.
A docente da Universidade Católica Portuguesa, investigadora em comunicação política e media, diz que esta é uma forma de comunicação, tão válida como outras e que todas elas devem estar em diálogo.

 

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