Mostra centra-se na figura de Santo António e faz um itinerário desde a vocação até à universalidade da sua missão

Coimbra, 01 fev 2020 (Ecclesia) – A exposição «De Fernão se fez António» vai ser inaugurada este domingo, dia 2 de fevereiro, apresentando mais de 40 obras de arte vindas de diversos pontos do país, reunidas em Coimbra, no Mosteiro de Santa Cruz.

A mostra está a cargo da Comissão do Jubileu dos Mártires de Marrocos e de Santo António, da Direção-Geral do Património Cultural, do Museu Nacional Machado de Castro e do Museu Nacional de Arte Antiga.

“Mais de 40 obras de arte provenientes dos museus nacionais de Arte Antiga (Lisboa) e Machado de Castro (Coimbra), Grão Vasco (Viseu) Soares dos Reis (Porto) e Frei Manuel do Cenáculo (Évora) vão estar ao longo de um ano expostas na antiga Livraria do Mosteiro de Santa Cruz (galeria superior do Claustro do Silêncio)”, apresenta um comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA.

A exposição centra-se na figura de Santo António, e faz um itinerário “desde a sua vocação, abordando a formação e juventude em S. Vicente de Fora, em Lisboa, e em Santa Cruz, em Coimbra, até ao momento da mudança de Cónego Regrante de Santo Agostinho para Frade Menor, em que assume a sua missão e testemunho do martírio e, finalmente, a sua universalidade, através do culto por diferentes povos e com formas diversas de expressão”.

O comunicado destaca algumas peças, nomeadamente “uma escultura luso-flamenga da segunda metade do século XV, representando São Francisco de Assis a receber os estigmas, e uma escultura de Santo António revestido das vestes doutorais de Coimbra, do século XVII”.

“A sala de exposições é presidida pelo impressionante Tríptico de Vasco Fernandes (Grão Vasco), «Lamentação sobre Cristo Morto, São Francisco e Santo António»”, avança ainda.

A inauguração da exposição, marcada para as 15h, está a cargo do bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, da diretora do Museu Nacional de Machado de Castro, Ana Alcoforado, e do diretor do Museu Nacional de Arte Antiga, Joaquim Caetano.

Após a sessão de abertura, terá lugar a visita guiada orientada pela comissária da exposição, Virgínia Gomes.

A mostra pode ser visitada até ao dia 17 de janeiro de 2021.

LS

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