Obra da realizadora Cristèle Alves Meira recebeu prémio «Árvore da Vida», atribuído pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura

Lisboa, 12 mai 2091 (Ecclesia) – O filme “Invisível herói”, da realizadora Cristèle Alves Meira, recebeu este sábado o prémio Árvore da Vida, atribuído pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura (SNPC), a uma obra selecionada para a Competição Nacional do festival de cinema IndieLisboa.

Em nota divulgada pelo SNPC, organismo da Igreja Católica em Portugal, o júri destacou a “forma comovedora e corajosa como o protagonista concretiza a vida que pensou, sem abdicar da sua dimensão de sonho”, mostrando “que é na procura que se dá o encontro com o outro, acompanhado pela dimensão musical da vida”.

Resultado de uma produção luso-francesa de 2019, “Invisível herói” (27 minutos) narra o percurso de Duarte, de 50 anos, invisual, que pelas ruas de Lisboa procura Leandro, um amigo cabo-verdiano desaparecido sem deixar rasto, a quem quer entregar uma música que compôs.

O prémio Árvore da Vida, de dois mil euros, concedido a um filme que privilegia valores espirituais e humanistas, a par das qualidades cinematográficas, teve este ano como jurados Inês Gil, cineasta e docente de Cinema; Inês Espada Vieira, professora e investigadora de Estudos de Cultura da Universidade Católica; e o padre Vítor Gonçalves, referente da Pastoral da Cultura do patriarcado de Lisboa.

O júri atribuiu também uma menção honrosa a “A Minha Avó Trelototó”, de Catarina Ruivo, “documentário com sabor a ficção, que aborda questões universais como a memória, o envelhecimento, as relações familiares, a partir de uma história profundamente pessoal”, indica a declaração justificativa.

O anúncio dos distinguidos de todos os prémios do IndieLisboa decorreu na Culturgest.

OC

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