Fátima Vieira, da Paróquia da Póvoa de Santo Adrião, forma outros catequistas no uso de novas tecnologias

Agência ECCLESIA/MC

Lisboa, 22 out 2020 (Ecclesia) – As ferramentas digitais entraram no contexto da catequese, particularmente durante a pandemia, e a linguagem do Evangelho aos jovens e crianças tem de “ser próxima, dinâmica e atrativa”, disse à Agência ECCLESIA a catequista Fátima Vieira.

A responsável da Paróquia da Póvoa de Santo Adrião (Patriarcado de Lisboa) e formadora sobre ferramentas digitais na área catequética realça que o período de confinamento, devido à Covid-19, levou a esta necessidade “de capacitar os catequistas” para chegarem mais perto.

O setor da Catequese do Patriarcado de Lisboa tem promovido várias sessões sobre ferramentas digitais, todas elas esgotadas, para ajudar os catequistas a entrar nestas dinâmicas e tornar os “temas mais atrativos”, sublinhou.

“Não é uma formação que fica esgotada rapidamente, mas é algo para descobrir”, refere a formadora, para quem é importante suscitar “uma curiosidade do lado dos catequistas”.

Fátima Vieira sublinha que, apesar da experiência de catequese à distância, o “regime presencial é bastante melhor, mesmo não havendo o toque”.

O setor tem apostado na utilização das ferramentas digitais e a entrevistada considera “interessante ver os catequistas mais velhos quererem manter-se atualizados” e descobrir as potencialidades destas ferramentas.

“O Evangelho tornou-se digital”, finalizou.

A emissão do programa 70×7 (RTP2) no próximo domingo, dia final da Semana Nacional da Educação Cristã, é dedicada a projetos no setor da Catequese.

LFS/OC

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