Foto: Diocese de Petrópolis

Petrópolis, Brasil, 20 ago 2018 (Ecclesia) – O bispo da Petrópolis alertou para “o risco que o Brasil corre com a aprovação do aborto” numa caminhada em defesa da vida, com “mais de três mil pessoas”, que a diocese dinamizou este domingo, em Teresópolis.

“Nenhum de nós pode esquecer um ponto fundamental. A gravidez da Virgem Maria não foi planeada; Recebemos esse salvador como nosso Senhor e ele nos fez viver a beleza dessa presença”, disse D. Gregório Paixão na homilia na Missa que encerrou a caminhada e o Congresso Diocesano das Vocações e da Família.

Na informação enviada hoje à Agência ECCLESIA, pela Diocese de Petrópolis, o seu bispo afirmou que preciso “abortar na sociedade” “o mal, a força da morte”.

“Devemos tirar do seio sociedade toda espécie de maldade que macula, que gera tristeza, que gera sangue, gera violência. Não existe coisa pior do que a gente resolver os nossos problemas, matando quem deseja a própria vida”, desenvolveu D. Gregório Paixão.

O bispo da Diocese de Petrópolis alertou para “o risco que o Brasil corre com a aprovação do aborto” e considerou que “tudo aquilo que for considerado perfeição será preservado, mas o que a sociedade entender como imperfeição, que dá trabalho, que gera custo, que não é necessário será eliminada”.

Para além da caminha em defesa da vida, a Igreja Católica em Petrópolis dinamizou também neste domingo um Congresso Diocesano das Famílias – ‘Família, berço de todas as vocações’ – onde realizaram um abaixo-assinado contra a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442.

No final de julho, a Comissão Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), através da Comissão para Vida e a Família, também publicou a nota ‘Aborto e democracia’ onde alertavam para a “tentativa de legalização do aborto que burla todas as regras da democracia: quer-se mudar a lei mediante o poder judiciário”.

CB

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