Celebração acontece na catedral alentejana, sob a presidência de D. João Marcos

Beja, 01 mai 2019 (Ecclesia) – O bispo de Beja vai presidir hoje à Missa com ordenação de quarto diáconos permanentes que vão enriquecer o trabalho pastoral das suas comunidades cristãs de origem.

A celebração decorre na Sé de Beja, pelas 11h30 na Eucaristia do dia do padroeiro da diocese, S. José Operário.

Os novos diáconos são António Coelho, casado, pertence à Paróquia de S. João Baptista de Beja; Carlos Prazeres, solteiro, residente em Cuba; Fernando Guerreiro, casado e membro da Paróquia de Santa Clara-a-Nova, Almodôvar; Manuel França, casado, que vive em Moura.

O ministério do diácono permanente, na Igreja Católica, está particularmente destinado às atividades caritativas, a anunciar a Bíblia e a exercer funções litúrgicas, bem como assistir o bispo e o padre nas missas, administrar o Batismo, presidir a casamentos e exéquias, entre outras funções.

No caso dos candidatos ao diaconado permanente, esta é uma missão para toda a vida, a que podem aceder homens, incluindo os casados, com mais de 35 anos.

O padre António Cartageno, da Paróquia de S. João Baptista, na cidade de Beja, sublinha o percurso de vida cristã de António Coelho, um dos novos diáconos, que se “batizou já adolescente e estudou música, ingressando no Coro do Carmo”.

“Neste momento é ministro da Comunhão e tem colaborado na animação litúrgica e na formação dos acólitos”, refere o sacerdote, em declarações à Agência ECCLESIA.

O novo diácono integra também o Secretariado Diocesano de Liturgia e, nas palavras do padre Cartageno “é uma pessoa que se tem preocupado em aprofundar conhecimentos participando nos encontros nacionais de Pastoral Litúrgica”.

Outro diácono que será ordenado por D. João Marcos, pertence à Paróquia de Santa Clara-a-Nova; Fernando Guerreiro já assume responsabilidades nesta comunidade cristã, nomeadamente no seu Centro Social Paroquial.

Para o pároco, padre Felicianus Kanisius Sila, este é um momento importante para os cristãos de Almodôvar, uma vez que o novo diácono “irá assumir responsabilidades também noutras paróquias, sendo sinal de uma revitalização da ação pastoral”.

O Motu Proprio ‘Sacrum Diaconatus Ordinem’ (18 de junho de 1967), do Papa Paulo VI, promulgou a restauração do diaconado permanente na Igreja Latina, segundo decisão tomada no Concílio Vaticano II (1962-1965).

HM/OC

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