Desde criança sempre ligado à Igreja e à prática cristã, Paulo Paiva deixava-se questionar sobre a sua vocação, e na busca pela verdade e aprofundamento da fé, procurava responder a dúvidas e inquietações que o perseguiam. Eram conversas nos bancos da escola, ou entre amigos e conhecidos numa noite no bairro Alto, em Lisboa, que a conversa inevitavelmente ia parar a Deus. Decidiu ir estudar Teologia. Hoje lamenta que a cultura não reconheça a formação teológica pois, naqueles cinco anos, adquiriu ferramentas humanas, culturais e de diálogo com o mundo.

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