Religiosos levam também grupos à Costa do Marfim, Angola e Tanzânia

Lisboa, 01 ago 2018 (Ecclesia) – Uma família de seis pessoas, os pais e quatro filhos, vão passar o mês de agosto na missão do Guiúa, em Moçambique, com os Missionários da Consolata.

“Vamos ter uma experiência cheia”, disse Cláudia Torres, ao despedir-se no aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, esta segunda-feira.

A família vive na Paróquia do Furadouro, em Ovar, onde se dedicam especialmente às áreas da liturgia e da catequese.

“Esta família vai finalmente passar um mês no Centro Catequético de Guiúa, em Moçambique, respondendo também ao convite lançado por esta missão, mais especificamente pelo padre Gabriel Casadei”, adiantam os Missionários da Consolata, na sua página online.

Os membros desta família vão ter oportunidade de trabalhar em várias áreas: “dar formação aos catequistas e suas famílias; ensinar as crianças a ler e a escrever; dar explicações aos jovens que visitam a biblioteca da missão; dar aulas de informática; formação desportiva às crianças e jovens; visitar as comunidades (12); dinamizar os diversos grupos, tais como a Infância-Missionária, Jovens, Acólitos, Apostolado da Oração”.

Além desta família, vários grupos de jovens partem este verão em missão, inseridos em projetos de Voluntariado Missionário da Consolata (VMC), nomeadamente para Massangulo (Moçambique), Sadani (Tanzânia), Marandallah (Costa de Marfim) e Funda e Kapalanga (Angola).

Duas Leigas Missionárias da Consolata (LMC) vão partir para a Argentina, em missão.

Na Costa do Marfim, nove jovens vão desenvolver o projeto “Dar à Costa”, com o objetivo de reconstruir a uma sala de aulas para os estudantes da 4ª classe do “Collége Moderne de Marandallah”, uma aldeia que fica a norte deste país africano, inserida numa região que sofre de pobreza extrema.

Na manhã desta terça-feira partiu um dos grupos do VMC 2018, para a missão de Sadani, na Tanzânia.

Os integrantes deste projeto vão dar apoio a uma escola que os missionários da Consolata têm naquela missão, especialmente com material de costura e máquinas novas, além da construção de uma cozinha.

O padre Bernard Obiero, o coordenador nacional do voluntariado missionário da Consolata em Portugal, manifesta especial satisfação por neste ano de 2018 se ter aberto “o leque geográfico às experiencias de voluntariado”.

OC

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