«A obediência é constitutiva do ministério diaconal, presbiteral ou episcopal» – D. Anacleto Oliveira

Foto: Diocese de Viana do Castelo

Viana do Castelo, 30 dez 2019 (Ecclesia) – O bispo de Viana do Castelo presidiu este domingo à ordenação de dois diáconos, que se preparam para o sacerdócio, sublinhando a importância da “obediência”, na vida dos ministros ordenados.

“A obediência cristã, palavra tão desgastada e desgostada, é das coisas mais belas que existem, precisamente porque tem uma origem divina”, assinalou D. Anacleto Oliveira, numa intervenção enviada à Agência ECCLESIA pelo Secretariado Diocesano de Comunicação Social.

João Basto, de 23 anos, natural de Carreço, Viana do Castelo, e Paulo Alves, de 24 anos, originário da Correlhã, Ponte de Lima, receberam a ordenação diaconal numa Eucaristia celebrada na Catedral da diocese do Alto Minho.

Na sua homilia, D. Anacleto Oliveira referiu que “a obediência significa, literalmente, sujeitar-se àquilo que se ouve, tal como São José fez, num exemplo de obediência perfeita”.

A partir desta figura, o bispo de Viana assinalou que “o diácono é aquele que tem uma função de mediação”, como “São José foi mediador entre Deus, que lhe fala através de um sonho, o Menino e sua Mãe, assumindo na sua vida aquilo que lhe é pedido”.

O responsável católico convidou os novos diáconos a “obedecerem sempre à vontade de Deus, mesmo que esta se sobreponha à sua vontade pessoal, pois Ele sabe sempre o que é melhor para cada pessoa”.

A obediência, insistiu, “é constitutiva do ministério diaconal, presbiteral ou episcopal”.

“Nunca se cansem de obedecer. Abracem essa graça”, acrescentou.

OC

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