Ciclo de viagens na Itália inclui seis deslocações, entre maio e agosto
Cidade do Vaticano, 19 fev 2026 (Ecclesia) – O Papa vai visitar a ilha de Lampedusa a 4 de julho, numa viagem centrada no drama migratório no Mediterrâneo, anunciou hoje o Vaticano.
De acordo com o portal de notícias do Vaticano, Leão XIV visitará Lampedusa para dar “conforto e encorajamento” aos migrantes acolhidos nos centros de acolhimento e a todos aqueles que prestam assistência humanitária na ilha, porta de entrada para a Europa de milhares de migrantes.
A visita recorda a denúncia feita por Francisco, a 8 de julho de 2013, naquela que foi a sua primeira viagem.
O ciclo de visitas pastorais de Leão XIV na Itália, divulgado hoje pela Santa Sé, decorre entre os meses de maio e agosto.
A 8 de maio, dia em que assinala o primeiro aniversário da sua eleição, o Papa desloca-se ao Santuário de Nossa Senhora de Pompeia, participando na tradicional Súplica mariana, seguindo depois para Nápoles, onde terá um encontro com o clero e com a população, na Piazza del Plebiscito.
A 23 de maio, o pontífice visita Acerra, na designada ‘Terra dei Fuochi’, uma zona fustigada pela poluição ambiental e pelo descarte ilegal de resíduos tóxicos, realizando um desejo daquela comunidade que aguardava uma visita papal desde 2020.
Em junho, no dia 20, Leão XIV viaja até Pavia, cidade que guarda os restos mortais de Santo Agostinho, pai da ordem religiosa de que o atual Papa foi responsável mundial.
O programa de agosto reserva duas datas: no dia 6, Leão XIV regressa a Assis para os eventos do oitavo centenário da morte de São Francisco, onde celebrará a Missa na Basílica de Santa Maria dos Anjos e se encontrará com jovens.
O périplo encerra-se a 22 de agosto em Rimini, com a participação na 47.ª edição do ‘Encontro pela Amizade entre os Povos’, onde o Papa preside à celebração da Eucaristia.
OC
