Francisco recebeu voluntários que ajudaram na organização do Ano da Fé

Cidade do Vaticano, 25 nov 2013 (Ecclesia) – O Papa Francisco disse hoje no Vaticano que a Igreja e a sociedade têm de prestar atenção aos “pobres de fé e de esperança”, num encontro com cerca de 300 voluntários que ajudaram na organização do Ano da Fé.

“É importante, diria essencial, abrir-se a quantos são mais pobres de fé e de esperança na sua vida. Falamos tanto de pobreza, mas nem sempre pensamos nos pobres de fé, que são tantos”, afirmou.

Nesse sentido, o Papa defendeu a necessidade de comunidades católicos empenhadas numa “apostolado corajoso, que chegue às pessoas nos seus ambientes, mesmos os mais difíceis”.

Francisco evocou as pessoas que precisam de um “gesto humano, de um sorriso” e de um testemunho que lhes permita perceber a “proximidade de Jesus Cristo”.

“Que não falte a ninguém este sinal de amor e de ternura que nasce da fé”, apelou.

Um dia após o encerramento oficial do Ano da Fé (outubro de 2013-novembro de 2013), o Papa considerou que a Igreja tem de estar satisfeita com a “intensidade espiritual e o ardor apostólico” que a iniciativa convocada por Bento XVI conseguiu.

“Somos testemunhas de que a fé em Cristo é capaz de aquecer os corações, tornando-se realmente a força motora da nova evangelização”, acrescentou.

Francisco destacou a importância do testemunho da fé, em particular nas situações de sofrimento, por parte dos cristãos.

“Esta fé sã, genuína, vê-se particularmente nos momentos de dificuldade e nas provas: então, o cristão deixa-se tomar pelos braços de Deus e apega-se a Ele, com a segurança de confiar-se a um amor forte como uma rocha indestrutível”, observou.

Os voluntários, a quem o Papa agradeceu pelo “precioso serviço”, estavam acompanhados pelo presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, D. Rino Fisichella.

OC

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