O presidente da Academia Pontifícia para a Vida (APV), D. Elio Sgreccia, manifestou o seu repúdio pela clonagem de embriões humanos levada a cabo nos EUA, considerando que o seu uso para criar células estaminais terapêuticas “personalizadas” é “moralmente ilícita e inútil”. Segundo este responsável, estamos na presença do “pior tipo de exploração do ser humano”. Em declarações à Rádio Vaticano, D. Sgreccia assegurou que até agora essas práticas não tiveram êxito e foram superadas com tecnologias mais modernas que empregam células humanas sem destruir embriões. A Academia Pontifícia para a Vida foi instituída por João Paulo II em 11 de Fevereiro de 1994, com o Motu Proprio “Vitae Mysterium”. Tem como objectivo o estudo, a informação e a formação sobre os principais problemas de bioética e de direito, relativos à promoção e defesa da vida, sobretudo na relação directa que estes têm com a moral cristã e com as directivas do magistério da Igreja Católica.

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