Rita Carvalho

Tem um percurso académico marcado por avanços e recuos. Mas todo o caminho feito é visto como positivo pois, percorrendo-o, Beatriz Lisboa aprendeu a conhecer-se por dentro e a deixar-se capacitar por Deus. O futuro só pode ser risonho.

Sempre teve uma veia artística e um gosto especial pela natureza. Mas o seu percurso vocacional e académico nunca foi óbvio nem linear. Aliás, foi já com algumas etapas percorridas e vários avanços e recuos que ouviu falar pela primeira vez de vocação. De usar a liberdade para acertar as escolhas da vida em relação a algo maior. E a partir daí tudo mudou, pois desencadeou-se um verdadeiro caminho de discernimento. Para trás foi necessário deixar pressões, preconceitos sociais e familiares. Pelo meio, surgiu uma história de conversão que ajuda a explicar muita coisa ou talvez tudo. Beatriz Lisboa tem agora 23 anos e já muita coisa para contar. É um exemplo de que o final do secundário – momento por que passam agora muitos jovens – pode não ser a fase decisiva em que tudo se joga, mas apenas o início da história. De uma história de auto-conhecimento e perseverança.

Por isso, que este tempo de ansiedades e desejos possa ser também um tempo de descoberta e alegria! De olhar o horizonte para ver mais longe, e de olhar para dentro para ver mais fundo, sempre a tempo de corrigir a rota. Foi isso que Beatriz fez quando terminou o 12.º ano e percebeu que não estava confortável com a escolha que tinha feito, optando por nem sequer entrar na faculdade.

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