Troca humanitária ainda é possível na Colômbia

O vice-presidente da Conferência Episcopal Colombiana, D. Luis Augusto Castro, revelou que os guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) ainda podem aceitar a proposta de troca humanitária para libertar dezenas de sequestrados. O governo propôs às FARC a libertação de 50 guerrilheiros processados por rebelião pelos chamados sequestrados “trocáveis”. A resposta da guerrilha foi que eles queriam decidir sobre quais e quantos são os guerrilheiros que vão sair, em que condições e circunstâncias sairão e exigiram que o governo designe um porta-voz para negociar. O arcebispo Castro assinalou que a última troca de mensagens tem como destinatária mais a sociedade do que as partes. “Ambos dizem que querem o acordo humanitário, mas as FARC ainda não se mexeram nem um milímetro”, constatou. O prelado insistiu que os únicos prejudicados com esta situação são “os sequestrados e os familiares que se vêem diante de uma nova frustração”.

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