NUNO ANDRÉ FERREIRA/LUSA

Filha de trabalhadores, Fátima Pinto, coordenadora da Liga Operária Católica – Movimento de Trabalhadores Cristãos da diocese de Braga, acompanha de perto as angústias que os empregados enfrentaram em tantas situações e nesta atual, quando a pandemia do Covid-19 lança na incerteza o futuro de muitas famílias. A responsável pede que no mundo laboral todos sejam encarados como importantes, empresários e trabalhadores, ao mesmo tempo que alimenta a esperança de «mudanças radicais» no mundo laboral.

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