Reconstrução foi apoiada pela AIS

Lisboa, 20 jul 2020 (Ecclesia) – A catedral maronita de Alepo reabriu hoje ao culto, depois de ter sido atingida por três vezes com mísseis, entre 2012 e 2016, durante a guerra na Síria.

A reconstrução contou com o apoio da fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), que assinala o “significado muito forte para a comunidade cristã nesta cidade e em toda a Síria” desta reabertura.

“É sinal de que ainda estamos neste país”, diz, D. Joseph Tobji, arcebispo maronita de Alepo, em declarações à Fundação AIS.

O responsável sublinha que os cristãos querem permanecer na região e que a presença da comunidade deve ser entendida como “missão”.

O presidente executivo internacional da Fundação AIS enviou uma mensagem para Alepo, considerando “um milagre” ver a Catedral de Santo Elias recuperar o seu antigo esplendor.

“O ano de 2013 revelar-se-ia particularmente dramático, quando grupos jihadistas invadiram o bairro onde a catedral está edificada e tentaram erradicar da zona todos os sinais do cristianismo. Durante estes anos, as ruínas do templo foram como que a legenda da situação de violência e de perseguição que a comunidade cristã tem sofrido na Síria”, assinala o comunicado da AIS enviado hoje à Agência ECCLESIA.

OC

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