Manuel Mota Freitas

Sim, é possível (e necessário) chegarmos às férias menos esgotados. Trabalhando com mais conta, peso e medida, criando e “ordenando” momentos de lazer – enchendo-os de atividades que descansem a mente e exercitem o corpo e o espírito.

Mais um ano (letivo) chega ao fim. Olho à minha volta, olho para mim: vejo e sinto uma esmagadora ânsia por férias. Pessoas que se arrastam a tentar encerrar as últimas tarefas, corpo e mente exaustos: energia nos níveis mínimos, ansiedade e irritação nos níveis máximos. Todos os anos isto se repete. E parece cada vez pior. Porquê? Tem de ser assim? Como estar diferente daqui por um ano?

Antes de mais, uma palavra de solidariedade para os que gostavam de estar cansados de um ano de trabalho e não estão. As suas ansiedades são diferentes. O que não quer dizer que não estejam esgotados, ansiosos, irritadiços. Com toda a razão. A economia que mata é também uma economia que exclui. Mas estas palavras também se lhes aplicam: se este ano (Deus permita!) encontrarem emprego, o que fazer para chegarem às próximas férias com saúde física, mental e espiritual?

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Será possível chegarmos às férias menos esgotados?

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