Fátima, 28 nov 2018 (Ecclesia) – O Secretariado Nacional da Liturgia (SNL), da Igreja Católica em Portugal, publicou um livro que apresenta o mistério do Natal de uma maneira, “simultaneamente, profunda e acessível”.

“Um livro que trate do Natal deverá revestir-se de simplicidade, alegrar o coração dos leitores e infundir neles sentimentos profundos de paz, à semelhança da paisagem física dos arredores de Belém. Daí, em grande parte, a responsabilidade da sua feitura e o risco dos seus autores”, lê-se na apresentação da obra publicada este mês.

Num comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA, o SNL explica no livro ‘A Celebração do Mistério do Natal’ que a abordagem a esta temática “pode parecer simples e quase familiar”, como simples e familiar foi o Nascimento de Jesus em Belém, se abstrair-se as “prescrições imperiais do recenseamento imposto pela Roma dos Césares, e também das circunstâncias locais, frias e inóspitas, que rodearam a Natividade”.

“A história das celebrações natalícias não podia deixar de ser estudada, uma vez que sem o passado não se compreende o presente, nem se descobre a identidade de um povo ou mesmo de uma pessoa”, observa o secretariado católico.

A nova edição conta com um apêndice de textos escolhidos da Patrísticos, “relativos ao Advento, Natal, Epifania e Batismo do Senhor”, e do Magistério da Igreja pós-conciliar, do Papa São Paulo VI e São João Paulo II, do Papa emérito Bento XVI e de Francisco.

O índice informa que o leitor vai ainda ter informação sobre o “tempo e liturgia”: Introdução ao Ano Litúrgico; O Tempo do Advento; Espiritualidade do Advento; Mistério do Natal; A celebração litúrgica do Natal do Senhor; A Oitava do Natal; O Natal e a Epifania através dos tempos; A Celebração da Epifania.

O Secretariado Nacional da Liturgia (SNL), da Igreja Católica em Portugal, espera que ‘A Celebração do Mistério do Natal’ possa cumprir os seus “objetivos pastorais e completar”, esclarecendo, aquilo que “a devoção popular tão belamente canta” quando diz que o Menino entrou na Virgem Maria e dela saiu «como o sol pela vidraça».

CB

Partilhar:
Share