D. Pio Alves, administrador apostólico da diocese, presidiu à cerimónia conclusiva do Ano da Fé

Porto, 25 nov 2013 (Ecclesia) – D. Pio Alves, administrador apostólico da Diocese do Porto, afirmou este domingo que os cristãos têm “razões e meios para estar na primeira linha da reconstrução da Sociedade”.

“Hoje, como em tantos outros momentos graves da História da nossa pátria e da humanidade, as soluções, os novos caminhos, passam, mais ou menos pelos governantes, mas só se consolidam pela responsabilidade efetiva do comum dos cidadãos”, declarou, na celebração de encerramento do Ano da Fé, que decorreu na catedral portuense.

Os cristãos têm “razões e meios para estar na primeira linha da reconstrução da Sociedade”, explicou na homilia enviada à Agência ECCLESIA.

Na celebração que marcou o encerramento do Ano da Fé, D. Pio Alves disse que “viver a fé é um desafio diário”, que cada um é chamado a ser “a voz e o rosto de Jesus Cristo e da Igreja na nossa Sociedade” e que “ninguém está dispensado” de atuar à espera que outros o façam.

Partindo das leituras dominicais, o bispo perguntou aos cristãos o que esperam “para ser, na sociedade, verdadeiros construtores, responsáveis e livres, de um mundo novo?”.

“Temos nas nossas mãos, na nossa vida, tudo o que é necessário para fazer novas todas as coisas”, assinalou.

O administrador apostólico da Diocese do Porto destacou que a celebração deste domingo marca “apenas o fim de uma etapa” que foi vivida e celebrada com “a vontade de fidelidade de cada um; com iniciativas das paróquias e comunidades; e, principalmente, com as 21 Jornadas Vicariais da Fé, celebradas em toda a geografia da Diocese”.

“Foram momentos muito significativos de vitalidade cristã, de comunhão de esforços, de cooperação de muitas instituições civis”, considerou ainda, destacando a “vez e a voz” dada a protagonistas de vários “itinerários de fé”.

CB/OC

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