D. Nuno Brás ordenou, pela primeira vez, dois sacerdotes na diocese madeirense

Foto Jornal da Madeira

Funchal, 27 jul 2019 (Ecclesia) – O bispo do Funchal disse hoje que a ordenação de dois novos sacerdotes na diocese é a prova de que “o amor de Deus não é imaginação nem sonho”, mas prova de “homens transformados em sua presença para sempre”.

“Sem o sacerdócio de Jesus, poderia a Igreja julgar que tem, por si mesma, a capacidade de criar o amor e poderia reduzir Jesus a um mero ponto de referência histórica, ponto de partida de uma ideologia modificável segundo os gostos, as modas, as apetências humanas”, sugeriu D. Nuno Brás na homilia da celebração esta manhã, na Sé do Funchal, enviada à Agência ECCLESIA.

O responsável dirigia-se aos diáconos André Pinheiro e Marco Augusto Abreu ordenados padres, agora “participantes do único sacerdócio”.

D. Nuno Brás lembrou que “quem escolhe é o Senhor”.

“O Senhor assume a iniciativa, como assume igualmente o risco, a responsabilidade da escolha. Ele conhece aqueles que tem diante: conhece o seu coração e a sua inteligência; as suas qualidades e defeitos; a sua coragem e o seu medo”, sugeriu

O bispo do Funchal afirmou que a “palavra de Deus ultrapassa as barreiras do espaço e do tempo para se tornar acontecimento” na vida dos novos sacerdotes.

Aos novos sacerdotes, D. Nuno Brás afirmou a tarefa de “recordar, pela vida e pelas palavras”, às comunidades e ao mundo, “que o amor verdadeiro” não é criado pelo homem, mas “é vida recebida do Pai, dom imerecido, que apenas podemos agradecer e procurar corresponder”.

O convite a “permanecer no amor de Deus”, assegurou o bispo do Funchal, “transformar-se-á, em vós, na vossa vida, dentro de momentos, em missão, tarefa e serviço irrecusáveis”.

LS

Partilhar:
Share