O gérmen da Associação de Psicólogos Católicos

A ideia é antiga e foi ventilada “por uma colega minha, Madalena Fontoura, ao cardeal D. António Ribeiro, Patriarca e Lisboa” e recentemente “voltámos a pensar na criação de uma Associação de Psicólogos Católicos” – disse à Agência ECCLESIA, Maria José Vilaça, psicóloga e uma das principais promotoras da associação. A segunda etapa para a criação desta iniciativa começou com um simpósio, realizado na UCP, sobre “Amor e Sexualidade” e numa conversa a três “pensámos dar mais uns passos”. Actualmente, o grupo é maior e está “a ter umas sessões de formação sobre Antropologia cristã” mas “estamos numa fase embrionária”. E acentua: “somos um projecto que já contactou algumas dezenas de psicólogos”. Um caminho onde se “passa a palavra” e faz aumentar o número de participantes nas reuniões formativas “tidas no Colégio de S. João de Brito”. Grande parte dos psicólogos que formarão a associação são naturais de Lisboa embora “tenhamos um ou outro fora da capital” – referiu Maria José Vilaça. Trilhos a desbravar mas “prevemos a constituição da Associação de Psicólogos Católicos para 2004”. Ao nível de prioridades, Maria José Vilaça salienta que as “pessoas sentem muita necessidade de supervisão na prática clínica” e “falta também muita investigação”. Perante a questão se existe uma Psicologia Católica? Maria José Vilaça responde que “há uma forma católica de exercer a psicologia” que “é diferente das outras” – conclui.

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