Entre a música e o silêncio, sozinho ou acompanhado, o padre Adelino Ascenso encontra na arte musical uma companheira inseparável. Na Alemanha, onde viveu, alicerçou uma “relação profunda” com os clássicos, sendo assíduo às grandes salas de concerto para ouvir grandes orquestras e maestros. A sua eleição recai no encontro “divinal e profundo” que se dá com o maestro romeno Sergiu Celibidache e as obras de Anton Bruckner.

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