Agenda de D. Anacleto de Oliveira prevê encontros com membros da comunidade cigana, com reclusos e com pessoas mais isoladas

Viana do Castelo, 14 dez 2018 (Ecclesia) – O bispo de Viana do Castelo quer fazer deste Natal uma oportunidade para estar com os “mais frágeis” da região, e nesse sentido vai promover encontros com membros da comunidade cigana, com reclusos e com pessoas mais “sós”.

De acordo com informações avançadas hoje à Agência ECCLESIA, pelo Secretariado Diocesano de Comunicação Social de Viana do Castelo, D. Anacleto de Oliveira vai começar por estar “junto da comunidade cigana”, este sábado dia 15 de dezembro, à tarde.

Esta agenda especial do bispo prossegue depois com uma visita aos reclusos, “com quem celebrará Eucaristia na tarde do dia 24 de dezembro”.

Como já é tradição nesta quadra natalícia, D. Anacleto de Oliveira quer também estar com aqueles que vivem mais isolados no território, e por isso vai cear com estas pessoas mais “sós”, na noite de Natal, um evento que vai ter lugar na Paróquia de Nossa Senhora de Fátima.

A par destas iniciativas mais orientadas para as comunidades mais carenciadas, o bispo de Viana do Castelo vai presidir à ‘bênção das grávidas’, no dia 23 de dezembro às 18h00; e à tradicional ‘Missa do Galo’, no dia 24 de dezembro, pelas 23h00, ambas as celebrações na Sé diocesana.

Depois das cerimónias dedicadas ao nascimento de Jesus, segue-se a festa do Ano Novo, com o bispo a presidir à missa de 1 de janeiro, Dia Mundial da Paz, a partir das 11h00 na igreja Matriz de Arcos de Valdevez.

O padre Renato Oliveira, responsável pelo Secretariado de Comunicação Social da Diocese de Viana do Castelo, e diretor do Semanário ‘Notícias de Viana’, destaca uma agenda de Natal e de Ano Novo marcada pelo lema ‘Somos Igreja que Evangeliza’.

Uma máxima que orienta o segundo ano de um triénio que a Igreja Católica local está a promover para assinalar os quarenta anos da fundação da Diocese de Viana do Castelo, oficializada a 03 de novembro de 1977 pelo Papa São Paulo VI.

“O Natal surge como convite a assumirmos o imperativo de evangelizar: com palavras, mas acima de tudo com a própria vida, à imagem do próprio Cristo, como nos recorda o bispo diocesano. Recorda-nos e dá-nos o exemplo nesta época natalícia, durante a qual procura estar junto daqueles que tantas vezes estão nas periferias unicamente porque nós os retiramos do centro”, salienta o padre Renato Oliveira.

JCP

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