Faro, 26 nov 2021 (Ecclesia) – Uma caminhada e uma vigília de oração no Santuário da Mãe Soberana, em Loulé, marcam hoje o último “grande momento de celebração” da peregrinação dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Algarve.

“O início da atividade vai ser às 20h30, com a chegada e receção dos símbolos e participantes, junto ao Convento de Santo António, em Loulé, e depois os jovens vão fazer a caminhada pela ladeira da Mãe Soberana em direção ao santuário, onde, às 21h30, terá início a vigília de oração”, lê-se numa nota enviada à Agência ECCLESIA.

O Comité Organizador Diocesano do Algarve (COD) para a JMJ apela à “presença de cada um, para que este seja um momento inesquecível para juventude e para a igreja diocesana”.

Os símbolos da JMJ, ou seja, a Cruz Peregrina e o ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani, estão no Algarve desde o dia 29 de outubro e passaram por todas as vigararias da diocese.

Os símbolos vão peregrinar por todas as dioceses portuguesas até julho de 2023, já que a JMJ decorrerá, em Lisboa, de 1 a 6 de agosto desse ano.

Os dois símbolos da JMJ são sinais de anúncio “desta grande atividade dos jovens católicos” e foram entregues aos portugueses pelo Papa Francisco, a 22 de novembro de 2020, em Roma.

A Cruz Peregrina tem 3,8 metros de altura e foi construída a propósito do Ano Santo, em 1983, tendo sido confiada por São João Paulo II aos jovens no Domingo de Ramos do ano seguinte, para que fosse levada por todo o mundo.

Desde aí, a Cruz peregrina já esteve nos cinco continentes e em cerca de 90 países, afirmando-se como “um sinal de esperança”.

Desde 2000 que a Cruz Peregrina é acompanhada pelo ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani, que retrata a Virgem Maria com o Menino nos braços.

Este ícone foi introduzido ainda pelo Papa João Paulo II como símbolo da presença de Maria junto dos jovens.

Com 1,20 metros de altura e 80 centímetros de largura, o ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani está associado a uma das mais populares devoções marianas em Itália.

“É antiga a tradição de o levar em procissão pelas ruas de Roma, para afastar perigos e desgraças ou pôr fim a pestes”, refere.

LFS

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