D. António Couto elogia percurso realizado por «novos e velhos», junto da Cruz e do Ícone mariano

Lamego, 25 jul 2022 (Ecclesia) – O bispo de Lamego disse à Agência ECCLESIA que os jovens têm mostrado “muito empenho e denodo” com a passagem dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) naquela diocese.

“O Departamento da Pastoral Juvenil tem feito um trabalho notável e abanado a juventude” realçou D. António Couto, na reta final da passagem dos símbolos da JMJ (cruz e ícone de Nossa Senhora) pela Diocese de Lamego (02-31 de julho).

O bispo de Lamego congratulou-se com “a garra dos padres, novos e velhos, no acompanhamento dos símbolos” que estiveram, entre sábado e domingo, no Arciprestado de Tabuaço.

“Os nossos padres, mesmo idosos, aguentam-se bem neste caminho com os jovens”, frisou.

Para D. António Couto, é fundamental as pessoas “empenharem-se em coisas que valham a pena e depois darem continuação ao trabalho realizado”.

“Um processo, tal como aconteceu com o sínodo, não acaba, não tem conclusões, mas é para continuar”, disse o bispo local.

O coordenador do Comité Organizador Diocesano (COD) de Lamego, padre Luis Rafael, ficou “surpreendido com a dinamização que os símbolos” colocaram na diocese.

“Esperávamos muita gente a envolver-se, no entanto nunca tínhamos sonhado esta dimensão”, afirmou o responsável.

A passagem dos símbolos “é o relembrar daquilo que está no coração das pessoas”, mas “o caminho está a ser feito e é um acelerar daquilo que está para vir”, realçou o sacerdote.

“Os últimos dias foram muito intensos, mas deixaram a certeza de que o que está para vir vai ser bom, belo e intenso”, acrescentou.

Foto: Agência ECCLESIA/HM

A caminhada dos símbolos da JMJ na Diocese de Lamego, nona etapa do percurso por Portugal, tem obedecido a um pedido do Papa Francisco.

“O Papa pediu-nos para sermos originais e não sermos fotocópias, por isso fomos às piscinas, andámos na rua, fomos a um casamento e a um batizado e colocámos os símbolos na vida das pessoas”, afirmou o padre Luis Rafael.

A pouco mais de um ano para as Jornadas Mundiais da Juventude (01 a 06 de agosto de 2023), na cidade de Lisboa, as pessoas “querem tocar nestes símbolos”, explicou Eliana Loureiro, elemento do COD.

“A fé ultrapassa barreiras, por isso esta dinâmica tem sido muito gratificante”, disse.

Os símbolos “são um despertar ou reavivar” para a fé, apontou o padre André Pereira, de Vila da Ponte.

A peregrinação dos símbolos pela Diocese de Lamego vai estar em destaque na próxima emissão do Programa 70×7, a 31 de julho, na RTP2.

HM/LFS/OC

Partilhar:
Share