Instituições falam em «acrescento brutal dos encargos»

Torres Vedras, 02 dez 2019 (Ecclesia) – A Federação SOLICITUDE, que reúne Centros Sociais e Paroquiais e Outras Entidades Canónicas de Ação Socioaritativa, alertou para o impacto nestas instituições do aumento do salário mínimo.

Os responsáveis do organismo falam num “acrescento brutal dos encargos”, pedindo que o mesmo seja “acompanhado por medidas compensatórias”, por parte do Estado.

O tema esteve em debate na assembleia-geral da SOLICITUDE, que decorreu na última sexta-feira, no Centro do Turcifal (Torres Vedras).

“No mínimo, quando o Governo propõe estes aumentos, pondere sempre o necessário acréscimo proporcional pela via do financiamento previsto nos Acordos de Cooperação estabelecidos com as Instituições”, realça um comunicado enviado à Agência ECCLESIA, na conclusão dos trabalhos.

Os responsáveis pelas instituições católicas consideram de “essencial justiça” que as remunerações auferidas pelos colaboradores “progridam de maneira a conferir às pessoas e às famílias as condições necessárias que lhes possibilitem responder à subida do custo de vida em todas as áreas” e permitam, assim, o correspondente “poder de compra” e bem-estar social e familiar.

LFS/OC

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