Cantor e compositor destaca valores que aprendeu como aluno e transporta na sua carreira

Lisboa, 21 mai 2021 (Ecclesia) – O cantor Fernando Daniel promoveu hoje um concerto falado com alunos de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), encerrando a semana dedicada a esta disciplina em Portugal.

“Temos de ter a preocupação de ser melhores, todos os dias, e de ser melhores para o próximo”, referiu o compositor, num evento transmitido online.

Fernando Daniel destacou os valores que aprendeu e ainda hoje transporta na sua carreira, como o espírito de “união, entreajuda”.

Antigo aluno da disciplina, em Estarreja, o cantor e compositor de 25 anos recordou que “as aulas eram todas marcantes, porque eram diferenciadas das outras pelo espírito de união, a liberdade de fazer”.

“Esta disciplina chamou-me a atenção, pelos valores, pelo potencial, e decidi inscrever-me. Não estou nada arrependido, ajudou-me bastante”, referiu, numa iniciativa com transmissão online no canal do portal ‘Educris’, do Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC).

A conversa abordou a mensagem de várias das músicas do jovem compositor e os sonhos para a sua carreira.

“Devemos sonhar, sempre que possível”, apontou.

Fernando Daniel respondeu a perguntas colocadas por alunos de várias dioceses, que desafiou a arriscar.

“Vivam, não tenham medo de viver”, disse.

O cantor contou que costuma benzer-se, antes de entrar o palco, e assumiu que um dia gostaria de “fazer um disco mais virado para a fé”.

“Não tenho qualquer tipo de vergonha”, acrescentou.

O convidado falou, em particular, do tema “Cair”, música que “fala sobre superação, sobre ajudar o próximo”, lançada durante a pandemia.

Fernando Daniel lamentou ainda que o “choque da realidade”, representado pela crise da Covid-19, pareça estar a desaparecer.

A Semana Nacional de EMRC, que começou na segunda-feira, teve como tema ‘Esperança (te)!’.

A iniciativa do Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC), com a equipa nacional de apoio à EMRC, visou ir “ao encontro da presença e riqueza da EMRC nas comunidades educativas e na vida pessoal de cada aluno”.

OC

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