Livraria Telos-Paulus vai abrir portas em setembro, na Casa Diocesana de Vilar

Porto, 25 jul 2018 (Ecclesia) – A Diocese do Porto e a PAULUS Editora informam que em parceria vão “oferecer” uma nova livraria à cidade, um espaço de cultura que abre portas no novo ano pastoral, a partir de setembro, na Casa Diocesana de Vilar.

O ecónomo da Diocese do Porto e diretor da Fundação Voz Portucalense revela que a nova livraria pretende ser um espaço “onde as pessoas pudessem estar, não só para comprar os livros”, mas também para ler e contactar com as obras.

Em entrevista ao jornal diocesano ‘Voz Portucalense’, o padre Samuel Guedes adianta que a Livraria Telos-Paulus vai ficar no espaço de receção, de acolhimento, onde está o bar na Casa Diocese de Vilar, que acolhe “gente para todos os setores das atividades”.

O novo espaço é uma parceria entre a Fundação Voz Portucalense e a PAULUS Editora e substitui a Livraria Voz Portucalense, que ficava na Rua de Santa Catarina.

Neste contexto, o diretor da Fundação Voz Portucalense explicou que a direção “tem duas grandes preocupações”, sendo a primeira “o jornal e a remodelação que foi feita” e a segunda a livraria que, “neste momento, não serve para aquilo que a diocese precisa”.

Para o diretor-geral da PAULUS Editora abrir uma livraria, “mesmo em parceria, é um verdadeiro ato de fé”, dado que o mercado livreiro “está um pouco instável”.

“Já há algum tempo que a Paulus Editora e a Livraria Voz Portucalense tinham uma estreita colaboração na divulgação dos produtos da Paulus, a que chamamos ponto de venda”, contextualizou o padre José Carlos Nunes.

O sacerdote refere que “unir esforços e criar comunhão é uma verdadeira atitude eclesial” e recorda que, no Porto, “o público tem solicitado uma maior presença” com produtos mas também “eventos e apresentações”.

Segundo o padre José Carlos Nunes, o Porto tem a “apetência” para que as livrarias da Paulus Editora “se tornem centros de cultura”.

Sobre a localização, na Casa Diocese de Vilar, realçou que é “uma estratégia pastoral”, que no caso da Editora Católica “é ir ao encontro das pessoas onde elas se encontram”, com livros e artigos religiosos que “sirvam o povo de Deus”.

O padre Samuel Guedes, ecónomo da Diocese do Porto, explicou ainda que o contrato com a editora católica está a ser negociado mas, “em princípio”, vão ter uma comissão na venda dos livros.

CB/OC

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