Porto, 16 out 2019 (Ecclesia) – O Seminário Maior do Porto acolheu o VI Congresso Internacional de Arquitetura Religiosa Contemporânea, de 10 a 12 de outubro, sobre o tema ‘Arquiteturas para uma nova liturgia: Intervenções no património religioso depois do Concílio Vaticano II’.

A iniciativa foi organizada pelo Observatório de Arquitectura Religiosa Contemporânea (OARC), o Centro de Estudos de Arquitetura e Urbanismo da FAUP e o Centro de Estudos de História Religiosa – CEHR-UCP.

O bispo do Porto presidiu à sessão de abertura, salientando a necessidade do “trabalho interdisciplinar” entre Arte, Teologia e Arquitetura.

Numa intervenção citada hoje pelo semanário diocesano, ‘Voz Portucalense’, D. Manuel Linda exortou os presentes ao “diálogo entre Teologia e Arquitetura”, sublinhando o valor da “funcionalidade”, dado que as igrejas são autênticas “casas do povo”, “espaços para celebrar a fé”.

O bispo do Porto pediu ainda aos participantes neste congresso internacional para tentarem “fazer da arquitetura uma oração”.

Os organizadores do evento sustentam que esta é “uma ocasião adequada para revisitar as arquiteturas através de um diálogo aberto entre comunicadores, arquitetos, usuários, artistas e responsáveis por um património que tem originado obras de grande impacto”.

João Luís Marques. do Centro de Estudos de Arquitetura e Urbanismo da FAUP, disse à ‘Voz Portucalense’ que a relação entre Teologia e Arquitetura é “frutífera”, assinalando a importância da reflexão sobre o desafio da intervenção para que sejam construídas “igrejas para o tempo de hoje”.

O VI Congresso Internacional de Arquitetura Religiosa Contemporânea reuniu especialistas de Espanha, Itália, Portugal, Brasil, Hungria, Croácia e Austrália.

OC

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