Com apresentação de livro sobre o Rosário A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre vai homenagear o Padre Luís Kondor pelos 50 anos de sacerdócio e vida apostólica em Portugal. O padre Kondor, svd, tem sido um dos mais empenhados sacerdotes na divulgação da mensagem de Fátima, estando directamente envolvido no processo de Beatificação dos Pastorinhos. A homenagem – que terá lugar em Lisboa, no Grémio Literário, hoje, pelas 15,30 horas – será presidida por D. Serafim Ferreira e Silva, Bispo de Leiria-Fátima e consistirá essencialmente na apresentação do livro “O Rosário com Francisco e Jacinta”, da autoria do Monge Trapista Jean François de Louvencourt, ocso, da Abadia de Notre-Dame de St. Rémy de Rochefort, Bélgica. A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, ao promover esta pequena homenagem, pretende sublinhar a generosidade e o trabalho meticuloso deste padre húngaro, fiel intérprete e promotor entusiasmado da mensagem de Fátima nos quatro cantos do mundo. Na verdade, Luís Ludwig Kondor – nascido em 1928, em Csikvánd, Hungria – foi enviado, pelos superiores da Congregação do Verbo Divino, para Portugal, em Novembro de 1954. Dois anos mais tarde, ao encontrar-se pela primeira vez com a irmã Lúcia, inicia um trabalho fervoroso de promoção do catolicismo no mundo, em especial nos países do Centro e Leste da Europa, para onde canalizou, durante décadas, literatura e imagens de Nossa Senhora de Fátima. Incansável, foi um dos principais promotores do processo de beatificação dos Pastorinhos, tendo sido nomeado, inclusivamente, Vice-Postulador do processo, responsabilizando-se pela edição das “Memórias da Irmã Lúcia”, obra que já foi traduzida em diversas línguas e que contribuiu, também, para o desenrolar do processo de beatificação e correspondente visita a Portugal do Santo Padre. A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, também intimamente ligada ao Santuário de Fátima, não podia deixar de se associar a uma data tão significativa para o Pe. Luís Kondor, que converteu o seu sacerdócio num trabalho incansável de promoção do Homem, dinamizando inúmeras obras sociais, culturais e religiosas (como a Universidade Católica Portuguesa e a Biblioteca João Paulo II). A cerimónia pública, encerrará com uma actuação do coro “Laudate”, a que se seguirá um Porto de Honra.
