Bispo das Forças Armadas e de Segurança presidiu à missa dominical no Recinto de Oração

Foto: Santuário de Fátima

Fátima, 07 jun 2021 (Ecclesia) – O bispo das Forças Armadas e de Segurança presidiu à Missa dominical no Recinto de Oração do Santuário de Fátima, alertando para uma “crise de valores” que considera resultado da “adulteração” da obra de Deus.

“Deus não quer que ninguém fique prisioneiro de nenhuma fatalidade, nem de nenhuma insuperável inevitabilidade”, indicou D. Rui Valério, na homilia da celebração, enviada à Agência ECCLESIA.

O responsável católico esteve na Cova da Iria a acompanhar pastoralmente a visita dos dois chefes do Estado Maior das Forças Armadas de Portugal e de Espanha, os almirantes António Silva Ribeiro e Teodoro Lopez Calderón, respetivamente.

D. Rui Valério destacou que “nenhuma pessoa está encarcerada no seu pecado eternamente”.

“Somos feitos para a liberdade; Jesus restitui-nos à vida e a esperança” pois “em Cristo o pecado e a lógica destrutiva foram e são esmagados”, indicou o bispo do Ordinariato Castrense.

O Santuário de Fátima destacou a presença, na sua peregrinação anual, da Família Dehoniana, e de quatro grupos de dioceses portuguesas que se anunciaram.

Foto: Santuário de Fátima

Na tarde de domingo, decorreu o primeiro de cinco Encontros da Basílica, com uma conferência do padre Ricardo Freire sobre o tema “’Jovem, eu te digo, levanta-te’: o Deus que levanta os fracos e dá a vida”.

“A Igreja deve ser um local onde todos possam ser acolhidos, sem julgamentos”, afirmou o religioso dehoniano, citado pelo Santuário de Fátima.

A reflexão teve como ponto de partida o cortejo fúnebre de Naim, narrado no Evangelho segundo São Lucas, que, “de forma surpreendente” se vai tornar um momento de alegria, pela “presença de Jesus, o seu encontro com a realidade dramática da humanidade e sobretudo os seus gestos de palavra e toque transformam a tristeza em alegria”.

OC

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